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Brasil é 42º em ranking de economia digital

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O estudo reflete a capacidade das nações de maximizar a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TIC) em benefício dos consumidores, empresas e governos.

A Suécia lidera o levantamento (8,49 pontos), seguido por Dinamarca (nação que ostentava a primeira posição no ano passado), Estados Unidos, Finlândia e Holanda, fechando os cinco primeiros.

Realizado anualmente pela unidade de inteligência da revista The Economist, em parceria com a IBM, o ranking avaliou 70 países.

Imagem reflete o predomínio do twitter por nacionalidades:

Nações em desenvolvimento, como Estônia (25º), Chile (30º) e México (41º) estão à frente do Brasil, que supera China (56º), Índia (58º) e Rússia (59º).

O Azerbaijão ocupa a última colocação no estudo, com apenas 3 pontos.

A relação completa pode ser conferida no site da Economist Intelligence Unit.

Fonte: InfoExame


Crescimento do E-commerce traz PayPal ao Brasil

Será anunciado na próxima semana a instalação da empresa de pagamentos mundial PayPal no país.

Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.

Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.

Dados do Mercado Brasileiro:

  • Vendas do comércio eletrônico crescem 40% no 1º semestre

Os consumidores brasileiros movimentaram R$ 6,7 bilhões em compras na internet no primeiro semestre do ano, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo e-bit, empresa especializada em informações sobre o setor.

O valor –que não inclui vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais– representa um crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a consultoria, a expansão foi impulsionada por venda de TVs de tela plana e artigos esportivos por conta da Copa do Mundo. O valor médio das compras aumentou 17% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 379.

O número de internautas que fizeram ao menos uma compra virtual chegou a 20 milhões de consumidores ao final de junho. Em dezembro, eram 17,6 milhões.

O Brasil tem hoje quase 70 milhões de internautas e os usuários ativos somam cerca de 37 milhões de pessoas, segundo levantamento do Ibope.

Em 2009, a entrada das Casas Bahia no segmento de comércio virtual impulsionou o aumento de 30% no e-commerce, com as vendas eletrônicas alcançando R$ 10,6 bilhões de faturamento. A redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca –geladeiras, fogões– também contribui com o resultado.

  • Redes sociais contribuiram para gastos de R$ 335 mi em compras on-line

As redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, estão influenciando o comércio virtual no Brasil. Um estudo feito pela consultoria de informações sobre e-commerce, e-bit, concluiu que essas mídias contribuiram para o faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais no primeiro semestre deste ano.

A estimativa levou em conta os clientes que responderam ter as redes sociais como motivador da compra. ” O número ainda é baixo, mas deve crescer nos próximos anos”, apontou o diretor de marketing e produtos do e-bit, Alexandre Umberti.

  • Cresce participação da classe C no comércio virtual

De acordo com os dados divulgados pela consultoria e-bit, que reúne informações sobre e-commerce no Brasil, mostram que 60% dos novos consumidores possuem renda familiar de até R$ 3 mil.

No primeiro semestre, a consultoria registrou a entrada de 2,4 milhões de consumidores para o mundo das compras virtuais. Esse adicional fez a base dos clientes que já fizeram ao menos uma aquisição pela internet chegar a 20 milhões de pessoas.

Fonte: Compilado de Folha.com – 24/08/2010


Mundo.com e Economia 1:1

Novo paradigma econômico – sistema econômico 1:1

(Paper by Cristina Cavasotto, versão completa aqui!)

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Da mesma forma que Alvin Toffler (1990) descreve em detalhes na sua obra Mudança do Poder, o fim das transações por papel moeda e toda a movimentação financeira efetivada por sinal eletrônico de dados, não necessitando de movimentação física de dinheiro, era um tanto difícil imaginar como seria uma sociedade assim. Quem imaginaria passar a ser um ponto eletrônico na teia de dados?

Hoje o conceito da economia 1:1, da mesma forma, se torna revolucionário. Difícil crer que se encaminha para uma sociedade “sem estoques“. Uma sociedade que só produza bens à medida que for necessário. Produção e entrega para cada pessoa individualmente, em acordo às suas necessidades.

Qual será o papel do marketing?

O futuro do 1:1 será caracterizado por produção personalizada, mídia de endereçamento pessoal e marketing 1:1 — aqui se aplicam os produtos Google Maps, Earth que estão sendo testados e adaptados para novos modelos de negócio do porvir.

Todo e qualquer mapeamento georeferenciado e aplicativos que permitam troca de informação via GPS , ofertando diretamente serviços e produtos, mudará radicalmente as tradicionais regras de concorrência. As empresas não mais se ocuparão em ganhar fatias do mercado e sim a fatia do cliente. (REEDY, SCHULLO, ZIMMERMMAN, p.41,2001, apud Peppers e Rogers, 1993,5)

O futuro dos negócios 1:1, enfocará menos os lucros de curto prazo derivados de volumes de transações trimestrais ou anuais e mais o lucro que pode ser realizado pela retenção de clientes a longo prazo e de valores vitalícios. (REEDY, SCHULLO, ZIMMERMMAN, p.41, 2001, apud Peppers e Rogers, 1993,5).

Percebe-se uma drástica mudança onde futuramente, via celular, ao consultar um site de busca, poder-se-á efetivar a encomenda de uma pizza ou quem sabe um livro de fornecedores próximos de onde se esteja no momento. Pode-se estar em Santa Maria ou em trânsito por Porto Alegre, Montevidéu, Portugal. Basta um celular, um número de cartão de crédito e acesso a internet. (Também talvez, mais útil as Corporações, poderá se utilizar o implante de RFID).

Nota-se que o setor de pequenos varejistas poderá sofrer impacto contundente senão estiver integrado a empresas de sistemas de logística para operacionalizar a entrega dos produtos. Se produtores não firmarem parcerias com empresas de logística, e não organizarem sistemas de e-commerce e marketing integrado, o varejo local talvez encolha brutalmente. Vide exemplo da DELL computadores que mesmo sem ter loja física, compete com varejistas locais, comercializando computadores pessoais em todo o Brasil, apenas com venda direta pela internet. O cliente escolhe, compra e recebe o produto sem sair de casa. Um exemplo clássico do 1:1.

Neste sentido, é de suma importância que o empresariado regional se arranje em grupos setoriais econômicos, mantenha-se informado e direcione esforços para não ser engolido pelas macro-tendências que demonstram sinais de estarem a se configurar.

Las Casas se atreve a descrever os novos rumos do marketing dizendo:

“(…) o marketing de fidelidade tem importante papel no desenvolvimento dos negócios. O relacionamento com os clientes passa ser o principal elemento tático do comportamento. Os serviços serão fundamentais para a diferenciação das ofertas dos produtos. O marketing digital alcançará um desenvolvimento acelerado, obrigando muitas empresas a entrar nessa forma de comercialização. Os consumidores passam a valorizar as empresas que se preocupam com o pós venda.” (LAS CASAS, 2006. p.55)

Outro autor, considerado um dos Gurus da era digital é o professor de Tecnologia de Mídia do MIT, que em 1995 descreveu como seria a vida digital na era da pós-informação. Transcreve-se abaixo um trecho do seu livro dedicado àqueles que ainda pensam que seu negócio não será impactado pelos avanços tecnológicos:

“Uma teoria amplamente difundida afirma que a individualização é a extrapolação do narrowcasting – parte-se de um grupo grande para um grupo pequeno; depois, para um grupo menor ainda; por fim, chega-se ao indivíduo. Quando você tiver meu endereço, meu estado civil, minha idade, minha renda, a marca do meu carro, a lista das compras que faço, o que costumo beber e quanto pago de imposto, você terá a mim: uma unidade demográfica composta de uma só pessoa.” (Negroponte, 1995, p. 158).

Da mesma forma como o hipertexto (linguagem da internet) removeu as barreiras das páginas impressas, a era da pós-informação removerá as barreiras geográficas. (Negroponte, 1995, p. 159).

Finalizando, tendo em vista as pesquisas consultadas, as tendências são de crescimento e forte migração dos negócios e investimentos em internet e webmarketing. Parece um retrocesso não fazer esforços em se compreender esse novo mercado e tratar de adequar à empresa a essa nova realidade.

Tão logo o uso de smartphones esteja disseminado e o acesso largamente facilitado, você perceberá o impacto dos novos concorrentes.

O concorrente não está mais ao seu lado. As lojas e varejistas virtuais são seus novos concorrentes!

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