Mídias Sociais

Mídias Sociais – Emerge um Novo Poder

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O crescimento exponencial das redes sociais já é fato dado. Empresas têm tentando entender, aprender para se posicionar nesse novo mercado — nessa nova sociedade.

A sociedade do poder da reputação, do “Você é aquilo que você compartilha”, também é uma sociedade de fluxo contínuo de informação associado sobretudo ao modo como pessoas no mundo todo consomem e se comportam frente a informação.

Para alguns pensadores como G. Delleuze, estamos na “sociedade de controle”, mediado pela tecnologia da informação. Portanto, aqueles que gestionam o fluxo e têm grande capacidade de armazenamento e processamento da informação, podem antever mudanças sociais e tendências emergentes. Transformando o “controle da informação” em vantagem competitiva.


  • Será que quem controla a informação, controlará a sociedade ou será que esse novo cidadão, esse novo consumidor produtor de conteúdo e de novas realidades, também produzirá uma nova democracia?
  • Será que viveremos num ambiente criativo, colaborativo, participativo e de engajamento social?

Quem sabe o valor de “quem compartilha”, (a sociedade de partilha) evolua para aquele que consegue engajar pessoas em ações de benefício social ( a sociedade do bem social ), “você é aquilo que você faz pelo o social”.  Sua reputação digital social.


Uso de redes sociais passa de 90% nos países do BRIC

O Fenômeno das redes sociais apenas vem reafirmar de que podemos avançar tecnologicamente, mas ainda nos organizamos, nos relacionamos e negociamos de forma tribal.

Podemos considerar a Rede Social como um Ambiente de Macri  Interesse que media as Tribos de Micro Interesse. Veja as constatações do estudo:

As redes sociais estão em alta nas empresas brasileiras, de acordo com um estudo realizado pela fabricante de softwares McAfee.

Junto com Espanha e Índia, o Brasil está entre os países que mais fazem uso de aplicativos contidos em sites como Facebook e Twitter.

Nos 17 países, mais de 75% das empresas pesquisadas utilizam algum tipo de software como Facebook ou Twitter nos seus negócios. Em Brasil, Espanha e Índia, o índice superou 90%, informa a BBC Brasil.

Três entre quatro empresas que utilizam ferramentas Web 2.0 afirmam que estão conseguindo ganhar dinheiro com os aplicativos. No Brasil, nove em cada dez empresas afirmam que estão lucrando com as ferramentas. O mesmo índice foi registrado na Índia, Emirados Árabes Unidos e México.

O estudo foi encomendado pela McAfee à universidade americana de Purdue. Os pesquisadores ouviram 1.055 empresários em 17 países diferentes, dos setores público e privado.

Fonte: BBC Brasil


O Universo das Doações Online – Caridade

A tecnologia tem servido a vários modelos de negócios. Um deles são ONGs ou grupos e mesmo profissionais, que ao prestar serviço a sociadade, angariam fundos aos seus projetos via doações on line.

Acaba de sair um infográfico apresentando dados dimensionando esse mercado. Interessante observar que as doações partem de todas as idades, indicando aí forte engajamento social. O que vem a confirmar o poder revolucionário das mídias sociais e como a Web 2.0 e logo 3.0 /4.0, podem contribuir na construção de um outro mundo, uma outra forma de democracia e quem sabe estrutura social.

Fonte: mashable.com


Inovação – Ecommerce no facebook – Discussão

Impulsione suas vendas e estenda seu alcance, indo para onde seu clientes estão! Com essa chamada a shopigniter.com, oferece lojas virtuais para facebook e outras redes sociais.

Os argumentos apresentados:

  • Até 25% do tempo das compras online é gasto em um website, como por exemplo: Facebook. Não faz sentido para você fazer com que seu produto esteja disponível para a venda lá também?
  • Nossa plataforma de nova geração baseada em computação nas nuvens permite-lhe criar lojas no Facebook que não comprometem a funcionalidade ou marca, e fazem o melhor uso dos recursos das redes sociais para expandir o seu público e aumentar suas vendas.

Fato é que com dispositivos móveis, produtos e serviços estão onde o cliente está. O grande trabalho dos profissionais de marketing é tornar esses produtos e serviços acessíveis à todos em qualquer momento, criando ambientes que atraiam atenção.

Mas será que lojas virtuais no Facebook não sofrerão a mesma síndrome do ponto cego que os banners na maioria dos websites? Locais que o olho acostuma a não olhar por saber se tratar exclusivamente de propaganda – venda?

No entato, o fator revolucionário é que ONGs e movimentos sociais, poderão apresentar campanhas, captar seguidores, oferecer produtos ecom isso alavancar seus projetos, num único local. Nesse sentido, esse modelo de loja virtual tende a ser inovador e potencialmente revolucionário.

Que venham as lojas no facebook! Vejamos como será a receptividade e conversão.


Redes Sociais e o Impacto na Economia – Socialnomics

Com as redes sociais, o jogo da economia está mudando e a primeira e mais importante regra desse novo jogo é a dimensão social.

Não é mais novidade que a crescente penetração das redes sociais online no Brasil e no mundo, associada a sua forma de interação não-hierárquica e colapsando tempo e espaço, tem impactado o comportamento humano.

O modo como nos relacionamos uns com os outros e com instituições e empresas têm mudado sensivelmente e talvez vá transformar praticamente todos os aspectos de nossas vidas. Dos primórdios das redes sociais online até os dias de hoje, temos presenciado mudanças e números impressionantes.

O vídeo foi produzido pelo autor do livro “Socialnomics”, Erik Qualmann, que inspirado na frase “It’s the economy, stupid”, de James Caville em 1992, criou a citação: “It’s a people driven economy, stupid.” – Erik Qualman, 2009.

Exatamente. Economia conduzida por pessoas. De alguma forma, a economia sempre foi conduzida por pessoas, mas não na escala e no grau de distribuição que têm acontecido no cenário digital que se delineia.

Socialnomics é o termo com o qual Qualman descreve a economia na era das redes sociais digitais, onde os consumidores e as sociedades que eles criam online têm uma influência profunda na economia e nos negócios que nela operam.

Exemplos interessantes que comprovam as transformações sociais e econômicas causadas pelas redes sociais digitais são apresentados no post “US Now: documentário sobre o poder social”:

a) US Now – um vídeo documentário que conta histórias de redes online que estão desafiando a noção de hierarquia existente.

b) Ebbsfleet United – um clube de futebol gerido por seus fãs via internet;

c) Zopa - um banco no qual todos os membros são o gerente e ajudam em financiamentos e empréstimos com pequenas contribuições;

d) Couch Surfing - uma vasta rede online cujos membros compartilham suas casas com desconhecidos.

Com as redes sociais digitais, o jogo da economia está mudando e a primeira e mais importante regra desse novo jogo é a sua dimensão social. Para entender essa regra, é necessário compreender o significado da palavra “social”. Social significa interação de pessoas com pessoas e não empresa-pessoa ou pessoa-empresa. Social significa relacionamento, conquista, engajamento. Social significa ética, respeito e transparência. Social significa “fazer parte de algo”, distribuir o controle. Compreender isso é o primeiro passo para se entender as dinâmicas das redes sociais online e os fatores que têm alavancado a socialnomics.

Fonte: cidademarketing.com.br

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