Novo Consumidor

O que as Redes Sociais podem fazer pela sua empresa

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Vejamos as diferenças fundamentais entre as conversas interpessoais e as realizadas nas redes sociais:

  • em conversas presenciais, os comentários e respostas são instantâneos e logo substituídos por outros temas. Já o que foi dito online, fica registrado nos scraps do Orkut, posts no mural do FaceBook ou tweets do Twitter, por exemplo, e disponíveis para consulta, até que o usuário modere o acesso ou decida apagá-los.
  • o número de participantes é limitado, nas conversas presenciais, enquanto em uma rede social suas mensagens serão divulgadas para todos os seus contatos, ou seja, o número de pessoas participando da “conversa” é muito maior.

Antes a opinião de 1 pessoa impactava até 10 pessoas. Nas redes, a proporção é de 1 para 800 pessoas.

Como essa realidade pode influenciar as empresas?

Seus produtos e/ou serviços são assunto relevante. Como boa parte da conversação permanece registrada na web, assuntos que forem pesquisados por pessoas que estão passando por um processo de decisão de compra qualquer, encontrarão referências, positivas ou não à sua marca, produto e ou serviços.

Milhões de pessoas conversam sobre produtos e experiências de consumo todos os dias nas mídias sociais. Este é o ponto! É a grande oportunidade para as empresas capturarem todo o feedback seja ele positivo ou negativo e transformarem em métricas aplicáveis a estratégias e modelos de negócio. Quem sabe reestruturando uma área da empresa que não anda como você gostaria.

Ter ou não ter uma presença ativa na rede é uma decisão estratégica, mas escutar e interagir com os usuários
( preferencialmente interagindo ao que possa ser interpretado negativamente por terceiros ) é dever e uma característica positiva de empresas transparentes e bem resolvidas nos dias de hoje.

Você sabe o que estão falando de sua empresa, produtos e serviços nas redes? Cabe a você decidir participar ou não da conversa.

Outras Vantagens:

O que faz o webmarketing ser “a bola da vez” ?

A mobilidade e interatividade.

( Trecho extraído da versão completa By Cristina Cavasotto)

Empresas que desenvolveram seu webmarketing de forma eficiente, aliaram a possibilidade de presença em todos os locais que seja do seu interesse, mobilidade e interatividade. Ou seja,
se pode estar onde o cliente está quase que onipresente, no entanto, sem interrompê-lo.

Portanto, a internet, sob a ótica de meio, contribui e adiciona vantagens ao webmarketing em relação ao marketing tradicional e podemos citar algumas:

1- certeza de alcance; ( Alguém clica num link que não viu ou se interessou? Mas quantos de nós presta atenção nas propagandas do intervalo do noticiário preferido?

2- agilidade; ( Se uma peça digital não obtém a audiência planejada, é possível criar outra quase que imediatamente com custo baixíssimo. Pense agora num outdoor, publicidade impressa ou mesmo rádio e TV. Quantos contatos precisarão serem feitos, tempo e custo de produção, veiculação…. e lá se foi tempo e dinheiro perdido.)

3- redução de custo;

4- interatividade; ( Vemos hoje saltos significativos em linguagens de programação que permitem criar pequenas lojas ou vitrines virtuais em formatos de banners, onde se pode ver os produtos, com informações básicas e havendo interesse, o internauta customiza o produto e fecha a compra ou é remetido ao site anunciante para fechamento.É o caso dos Widgets

5- monitoramento das ações em tempo real;
( Ao lançar uma campanha, é possível acompanhar instantaneamente os dados estatísticos da sua ação dentro do prazo de veiculação e meio escolhido — email-marketing, links patrocinados ou outros. Você poderá se surpreender percebendo haver demanda por seus produtos e/ou serviços na cidade vizinha que pensou não haver).

6
- conhecimento do comportamento do cliente, feedback das ações de marketing, rapidez na tomada de decisão. ( A capacidade de exercer o monitoramento de todas as ações ao longo do tempo, perfil demográfico de clientes, cidades, horários, interesses de busca, por onde as pessoas entram no seu site e por que página elas saem, áreas de maior acesso…enfim um monitoramento quase completo do seu negócio e ações on-line).


O Estado da Internet

O videográfico está completando quase 1 ano de vida ( dados de setembro de 2009 ), porém para quem não acompanha o crescimento das mídias sociais, apresenta a linha do tempo de alguns serviços e empresas acompanhado do seu crescimento nos últimos 10 anos.

Difícil dimensionar o mercado quando as cifras passam a casa dos 9 zeros num mercado tão volátil.

A dica aqui é: ambiente-se com o mundo.com e faça parte da curva de crescimento do novo mercado, aprendendo com essas empresas criativas e inovadoras.


O mundo.com é Social

O cresimento vertiginoso das redes sociais e o tempo gasto dos usuários diariamente, com relacionamento, produzindo conteúdo, pesquisando… tem ultrapassado a média de 5 horas por dia.

A mente das pessoas altamente conectadas é ágil, bem informada, não se conforma com a mesmice. Algumas empresas no Brasil, só existem no orkut e no mercado livre, por que será?

As velhas estratégias de marketing estão com seus dias contados no mundo da reputação digital. O poder está na mão do consumidor da sua marca. Que lhe segue ou não no twitter, fala bem ou não da sua empresa, aceita ou não suas promoções no facebook e foursquare, clica ou não nos seus anúncios em links patrocinados.

É, o mundo mudou e você já aprendeu a se comunicar com esse novo consumidor?


Mercado das Mídias Sociais

Visualize a dimensão do crescimento das mídias sociais e perceba o potencial de negócios que podem ser realizados.

O mundo mudou e a forma de fazer publicidade também. Antes medíamos uma campanha pelo número de impactos, hoje se mede pela experiência.

O contato que clientes e clientes-potencial, tiveram com sua marca e produto resultou em experiência positiva? As redes sociais lhe responderão. Você está preparado para monitorar sua reputação online?


Mundo.com e Economia 1:1

Novo paradigma econômico – sistema econômico 1:1

(Paper by Cristina Cavasotto, versão completa aqui!)

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Da mesma forma que Alvin Toffler (1990) descreve em detalhes na sua obra Mudança do Poder, o fim das transações por papel moeda e toda a movimentação financeira efetivada por sinal eletrônico de dados, não necessitando de movimentação física de dinheiro, era um tanto difícil imaginar como seria uma sociedade assim. Quem imaginaria passar a ser um ponto eletrônico na teia de dados?

Hoje o conceito da economia 1:1, da mesma forma, se torna revolucionário. Difícil crer que se encaminha para uma sociedade “sem estoques“. Uma sociedade que só produza bens à medida que for necessário. Produção e entrega para cada pessoa individualmente, em acordo às suas necessidades.

Qual será o papel do marketing?

O futuro do 1:1 será caracterizado por produção personalizada, mídia de endereçamento pessoal e marketing 1:1 — aqui se aplicam os produtos Google Maps, Earth que estão sendo testados e adaptados para novos modelos de negócio do porvir.

Todo e qualquer mapeamento georeferenciado e aplicativos que permitam troca de informação via GPS , ofertando diretamente serviços e produtos, mudará radicalmente as tradicionais regras de concorrência. As empresas não mais se ocuparão em ganhar fatias do mercado e sim a fatia do cliente. (REEDY, SCHULLO, ZIMMERMMAN, p.41,2001, apud Peppers e Rogers, 1993,5)

O futuro dos negócios 1:1, enfocará menos os lucros de curto prazo derivados de volumes de transações trimestrais ou anuais e mais o lucro que pode ser realizado pela retenção de clientes a longo prazo e de valores vitalícios. (REEDY, SCHULLO, ZIMMERMMAN, p.41, 2001, apud Peppers e Rogers, 1993,5).

Percebe-se uma drástica mudança onde futuramente, via celular, ao consultar um site de busca, poder-se-á efetivar a encomenda de uma pizza ou quem sabe um livro de fornecedores próximos de onde se esteja no momento. Pode-se estar em Santa Maria ou em trânsito por Porto Alegre, Montevidéu, Portugal. Basta um celular, um número de cartão de crédito e acesso a internet. (Também talvez, mais útil as Corporações, poderá se utilizar o implante de RFID).

Nota-se que o setor de pequenos varejistas poderá sofrer impacto contundente senão estiver integrado a empresas de sistemas de logística para operacionalizar a entrega dos produtos. Se produtores não firmarem parcerias com empresas de logística, e não organizarem sistemas de e-commerce e marketing integrado, o varejo local talvez encolha brutalmente. Vide exemplo da DELL computadores que mesmo sem ter loja física, compete com varejistas locais, comercializando computadores pessoais em todo o Brasil, apenas com venda direta pela internet. O cliente escolhe, compra e recebe o produto sem sair de casa. Um exemplo clássico do 1:1.

Neste sentido, é de suma importância que o empresariado regional se arranje em grupos setoriais econômicos, mantenha-se informado e direcione esforços para não ser engolido pelas macro-tendências que demonstram sinais de estarem a se configurar.

Las Casas se atreve a descrever os novos rumos do marketing dizendo:

“(…) o marketing de fidelidade tem importante papel no desenvolvimento dos negócios. O relacionamento com os clientes passa ser o principal elemento tático do comportamento. Os serviços serão fundamentais para a diferenciação das ofertas dos produtos. O marketing digital alcançará um desenvolvimento acelerado, obrigando muitas empresas a entrar nessa forma de comercialização. Os consumidores passam a valorizar as empresas que se preocupam com o pós venda.” (LAS CASAS, 2006. p.55)

Outro autor, considerado um dos Gurus da era digital é o professor de Tecnologia de Mídia do MIT, que em 1995 descreveu como seria a vida digital na era da pós-informação. Transcreve-se abaixo um trecho do seu livro dedicado àqueles que ainda pensam que seu negócio não será impactado pelos avanços tecnológicos:

“Uma teoria amplamente difundida afirma que a individualização é a extrapolação do narrowcasting – parte-se de um grupo grande para um grupo pequeno; depois, para um grupo menor ainda; por fim, chega-se ao indivíduo. Quando você tiver meu endereço, meu estado civil, minha idade, minha renda, a marca do meu carro, a lista das compras que faço, o que costumo beber e quanto pago de imposto, você terá a mim: uma unidade demográfica composta de uma só pessoa.” (Negroponte, 1995, p. 158).

Da mesma forma como o hipertexto (linguagem da internet) removeu as barreiras das páginas impressas, a era da pós-informação removerá as barreiras geográficas. (Negroponte, 1995, p. 159).

Finalizando, tendo em vista as pesquisas consultadas, as tendências são de crescimento e forte migração dos negócios e investimentos em internet e webmarketing. Parece um retrocesso não fazer esforços em se compreender esse novo mercado e tratar de adequar à empresa a essa nova realidade.

Tão logo o uso de smartphones esteja disseminado e o acesso largamente facilitado, você perceberá o impacto dos novos concorrentes.

O concorrente não está mais ao seu lado. As lojas e varejistas virtuais são seus novos concorrentes!

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