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Crowdfunding – É tendência no Brasil!

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Aos compradores online e amantes de promoções nos sites de compras coletivas, podem também se tornar investidores de idéias.

Como funciona:

Funciona sob os mesmos princípios das compras coletivas, porém cada grupo, projeto ou site promotor desenhou um modelo de negócio exclusivo.

Nos modelos de  ”crowdfunding”  você inscreve seu projeto, estipula o valor necessário a arrecadar e o tempo limite. As pessoas, ao acessarem o site,  podem optar por apoiar com qualquer valor, podendo receber recompensas por isto ou o próprio serviço e produto resultante da execução da ideia.

Se  você conseguir arrecadar a verba necessária para viabilizar seu projeto dentro do prazo,  receberá o dinheiro para desenvolver o projeto. Não atingindo, todas as pessoas  recebem o dinheiro de volta.

Realmente uma forma bacana de democratização de investimentos. Você pode investir a baixo risco  no que consideram essencial para sí -  financiamento coletivo em idéias e projetos inovadores.

Matéria – Mundo S/A:

Sites de crowdfunding no Brasil:
Queremos, Incentivador, Motiva.me, Movere.me, Senso Incomum, MultidãoMobz e Catarse.

Iniciativas internacionais:
Kickstarter e  Diaspora


Brasil – Ibope revela influência das redes sociais na decisão de compra

Twitter e Facebook com 25% de influência na decisão de compra.

Finalmente dados brasileiros sobre comportamento e consumo!

Recente pesquisa do Ibope realizada com 8.561 internautas de onze regiões metropolitanas do país revelou que as redes sociais, como Twitter e Facebook, influenciam na decisão de compra de 25% dos internautas.

No Rio de Janeiro sobe o número,  onde as redes influenciam 33% dos brasileiros que usam a web.

Os dados apontam ainda que 83% dos entrevistados compartilham conteúdo nas redes; 44% avaliam, comentam e participam; 10% editam, moderam e influenciam e 96% leem, ouvem e assistem.

Fonte: Exame


Redes Sociais: Negócios no Facebook

Veja como o Guiamais, Santander e Privalia planejaram sua presença  no Facebook:

  • Redes Sociais Santander é o primeiro banco a lançar plataforma voltada ao Facebook

A iniciativa faz parte do posicionamento de estimular o diálogo com a sociedade e estar aberto, onde especialistas do banco darão orientação financeira e solução a vários tipos de demandas.

Para ter ideia,  a plataforma permitirá criar um histórico e organizar as perguntas mais recorrentes em blocos de assuntos para facilitar a busca.

Outra maneira de interagir será abrir diálogo com clientes que sejam participantes da rede social e que manifestem a necessidade de solucionar alguma ocorrência bancária. A equipe de atendimento do Santander estará pronta para identificar participantes nessa situação e iniciar uma interação a fim de conhecer e resolver o problema.

  • Twitter e Facebook informam contato de empresas do guiamais.com

Quer usar o Twitter para encontrar um chaveiro, um veterinário, um restaurante tailandês, um salão de beleza, um estúdio de tatuagem e tudo o mais que quiser enviando apenas uma DM (Direct Message)? O GuiaMais.com integra agora sua busca hiperlocal com o miniblog, permitindo que seus usuários façam com precisão suas pesquisas de produtos e serviços em quase 5 mil municípios de todo Brasil, em mais de 5,4 mil segmentos de negócios, simplesmente interagindo com o @guiamais.

Ao começar a seguir o GuiaMais.com, o internauta passa a poder consultar toda sua base de dados diretamente no Twitter. Basta enviar uma DM com as seguintes hash tags: #encontre segmento #local, bairro, cidade, uf, como, por exemplo, #encontre restaurantes #local vila madalena, são paulo, sp. Como resposta, ele receberá 3 DMs: duas com o nome, endereço, telefone e link para anúncio do estabelecimento e outra com um link para a página de anúncios do tema buscado.

  • Privalia começa a vender por meio do Facebook

A Privalia, clube de compras online líder de mercado, sai na frente e será o primeiro outlet virtual a vender por meio do Facebook. Batizada de Fan Shop, a loja virtual começa a funcionar em agosto, exclusivamente para os fãs do clube no site de relacionamento, que poderão usufruir de campanhas exclusivas e comprar antecipadamente produtos de marcas premium com até 70% de desconto.

O Fan Shop inaugura um novo conceito, o social shopping, no qual os usuários podem, além de comprar, interagir entre eles. “Imagine uma vitrine virtual onde você escolhe o que deseja ao mesmo tempo em que pede a opinião de uma amiga sobre um sapato ou uma calça da grife desejada. O conceito social shopping permite que você faça suas compras garantindo sempre a opinião dos amigos, e o melhor de tudo, na comodidade da sua casa”, comenta Thai


Uso de redes sociais passa de 90% nos países do BRIC

O Fenômeno das redes sociais apenas vem reafirmar de que podemos avançar tecnologicamente, mas ainda nos organizamos, nos relacionamos e negociamos de forma tribal.

Podemos considerar a Rede Social como um Ambiente de Macri  Interesse que media as Tribos de Micro Interesse. Veja as constatações do estudo:

As redes sociais estão em alta nas empresas brasileiras, de acordo com um estudo realizado pela fabricante de softwares McAfee.

Junto com Espanha e Índia, o Brasil está entre os países que mais fazem uso de aplicativos contidos em sites como Facebook e Twitter.

Nos 17 países, mais de 75% das empresas pesquisadas utilizam algum tipo de software como Facebook ou Twitter nos seus negócios. Em Brasil, Espanha e Índia, o índice superou 90%, informa a BBC Brasil.

Três entre quatro empresas que utilizam ferramentas Web 2.0 afirmam que estão conseguindo ganhar dinheiro com os aplicativos. No Brasil, nove em cada dez empresas afirmam que estão lucrando com as ferramentas. O mesmo índice foi registrado na Índia, Emirados Árabes Unidos e México.

O estudo foi encomendado pela McAfee à universidade americana de Purdue. Os pesquisadores ouviram 1.055 empresários em 17 países diferentes, dos setores público e privado.

Fonte: BBC Brasil


Redes Sociais e o Impacto na Economia – Socialnomics

Com as redes sociais, o jogo da economia está mudando e a primeira e mais importante regra desse novo jogo é a dimensão social.

Não é mais novidade que a crescente penetração das redes sociais online no Brasil e no mundo, associada a sua forma de interação não-hierárquica e colapsando tempo e espaço, tem impactado o comportamento humano.

O modo como nos relacionamos uns com os outros e com instituições e empresas têm mudado sensivelmente e talvez vá transformar praticamente todos os aspectos de nossas vidas. Dos primórdios das redes sociais online até os dias de hoje, temos presenciado mudanças e números impressionantes.

O vídeo foi produzido pelo autor do livro “Socialnomics”, Erik Qualmann, que inspirado na frase “It’s the economy, stupid”, de James Caville em 1992, criou a citação: “It’s a people driven economy, stupid.” – Erik Qualman, 2009.

Exatamente. Economia conduzida por pessoas. De alguma forma, a economia sempre foi conduzida por pessoas, mas não na escala e no grau de distribuição que têm acontecido no cenário digital que se delineia.

Socialnomics é o termo com o qual Qualman descreve a economia na era das redes sociais digitais, onde os consumidores e as sociedades que eles criam online têm uma influência profunda na economia e nos negócios que nela operam.

Exemplos interessantes que comprovam as transformações sociais e econômicas causadas pelas redes sociais digitais são apresentados no post “US Now: documentário sobre o poder social”:

a) US Now – um vídeo documentário que conta histórias de redes online que estão desafiando a noção de hierarquia existente.

b) Ebbsfleet United – um clube de futebol gerido por seus fãs via internet;

c) Zopa - um banco no qual todos os membros são o gerente e ajudam em financiamentos e empréstimos com pequenas contribuições;

d) Couch Surfing - uma vasta rede online cujos membros compartilham suas casas com desconhecidos.

Com as redes sociais digitais, o jogo da economia está mudando e a primeira e mais importante regra desse novo jogo é a sua dimensão social. Para entender essa regra, é necessário compreender o significado da palavra “social”. Social significa interação de pessoas com pessoas e não empresa-pessoa ou pessoa-empresa. Social significa relacionamento, conquista, engajamento. Social significa ética, respeito e transparência. Social significa “fazer parte de algo”, distribuir o controle. Compreender isso é o primeiro passo para se entender as dinâmicas das redes sociais online e os fatores que têm alavancado a socialnomics.

Fonte: cidademarketing.com.br

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