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Posted 1966 days ago

Como estratégia de aproximar o público do Facebook às ações realizadas pelo Projeto Pense Verde, customizamos a Fan Page e criamos uma página dentro do Facebook que sintetiza a primeira…

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Gestão de Relacionamento Digital – Pense Verde RBS TV
Gestão de Relacionamento Digital – Pense Verde RBS TV
Posted 1968 days ago

O Projeto Pense Verde, em sua 3ª edição promoveu a Campanha de Recolhimento de Resíduos Eletrônicos conjuntamente com Químea Soluções Ambientais e OPSs! Comunicação e Eventos, no mês do Meio…

Gestão de Relacionamento Digital – Pense Verde RBS TV
Pesquisa de Gênero: Mulheres nas Redes Sociais
Pesquisa de Gênero: Mulheres nas Redes Sociais
Posted 2212 days ago

Em abril de 2010, a Nielsen revelou dados que reforçam o comando das mulheres nas redes sociais. Como na Web, as mulheres também são maioria no universo das redes sociais…

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Zope Mídia Gestiona Blog Pense Verde - R
Zope Mídia Gestiona Blog Pense Verde – RBS TV
Posted 2288 days ago

Em 2011 o Projeto Pense Verde lança sua segunda fase com a promoção de práticas sustentáveis: " Santa Maria Pensa Verde? "

Os objetivos do Projeto Pense Verde estão alinhados ao propósito…

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Marketing de Eventos – O Segredo do Bolo!
Marketing de Eventos – O Segredo do Bolo!
Posted 2379 days ago

Procuro entender porque dentro de um mesmo projeto, apesar da igualdade na exposição de marca, uma empresa se destaca mais que outra e rentabiliza sua atuação de forma significativa, gerando…

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Crowdfunding – É tendência no Brasil!
Crowdfunding – É tendência no Brasil!
Posted 2409 days ago

Aos compradores online e amantes de promoções nos sites de compras coletivas, podem também se tornar investidores de idéias.

Como funciona:

Funciona sob os mesmos princípios das compras coletivas, porém cada…

Crowdfunding – É tendência no Brasil!
Futurismo – Venus Project – Economia Global Baseada em Recursos
Futurismo – Venus Project – Economia Global Baseada em Recursos
Posted 2466 days ago

Qual a marca da nossa ERA?  A TAG.

Vivemos um processo de transição completamente inconsciente de UM NOVO SISTEMA civilizatório cibernético que está sendo desenhado para tornar " nossa vida mais…

No futuro você irá interagir com máquina
No futuro você irá interagir com máquinas, conscientemente ou não
Posted 2500 days ago

O vídeo,  datado de 2008,  é o relato apresentado na EG Conference*  de anos de pesquisa da equipe de Tan Le,  sobre Inteligência Artificial,  Controle Mental e Interação Homem-Máquina.

Tan Le é…

No futuro você irá interagir com máquinas, conscientemente ou não
Zope cria Blog Jogos de Verão
Zope cria e gestiona Blog Jogos de Verão RBS TV – 2011
Posted 2521 days ago

O  tradicional Evento Desportivo  do Verão Gaúcho realizado pela RBS TV Santa Maria no centro do estado, congrega atletas e veranistas em torno de esporte, atividades de lazer e saúde.

Neste ano…

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Crowdfunding – É tendência no Brasil!

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Aos compradores online e amantes de promoções nos sites de compras coletivas, podem também se tornar investidores de idéias.

Como funciona:

Funciona sob os mesmos princípios das compras coletivas, porém cada grupo, projeto ou site promotor desenhou um modelo de negócio exclusivo.

Nos modelos de  ”crowdfunding”  você inscreve seu projeto, estipula o valor necessário a arrecadar e o tempo limite. As pessoas, ao acessarem o site,  podem optar por apoiar com qualquer valor, podendo receber recompensas por isto ou o próprio serviço e produto resultante da execução da ideia.

Se  você conseguir arrecadar a verba necessária para viabilizar seu projeto dentro do prazo,  receberá o dinheiro para desenvolver o projeto. Não atingindo, todas as pessoas  recebem o dinheiro de volta.

Realmente uma forma bacana de democratização de investimentos. Você pode investir a baixo risco  no que consideram essencial para sí -  financiamento coletivo em idéias e projetos inovadores.

Matéria – Mundo S/A:

Sites de crowdfunding no Brasil:
Queremos, Incentivador, Motiva.me, Movere.me, Senso Incomum, MultidãoMobz e Catarse.

Iniciativas internacionais:
Kickstarter e  Diaspora


Futurismo – Venus Project – Economia Global Baseada em Recursos

Qual a marca da nossa ERA?  A TAG.

Vivemos um processo de transição completamente inconsciente de UM NOVO SISTEMA civilizatório cibernético que está sendo desenhado para tornar ” nossa vida mais eficiente ” — essa é a justificativa de Jacques Fresco. E curiosamente seu protótipo de “computador” leva o mesmo nome da inteligência artificial que está sendo construída pelo Google, segundo Kevin KellyONE.

Seguem algumas idéias que motivam e justificam a criação do ONE ( The Venus Project ) apresentado no vídeo abaixo:

  1. Matriz Econômica do Consumo atual é insustentável. Nosso sistema econômico baseado na dívida, júros e lucro se tornou a base da formatação social. Quer dizer o seguinte: Precisamos que as pessoas tenham desejo de consumir o que as empresas produzem, assim trabalharão para suprir seus desejos, gerando lucro para alguns.
    .
  2. Nossa educação formata profissionais para suprir a demanda das empresas, aniquilando o potencial criativo. Com o lucro, os  ”empresários”, criam novas necessidades, novas empresas, novos produtos e óbvio mais postos de trabalho.
  3. Precisarão de pessoas treinadas em habilidades específicas para preencher essas novas vagas de trabalho. Aí entra a função da educação tecnicista atual, na formatação de comportamentos e habilidades para as empresas.
    Computadores são mais eficientes para processar dados. “Está provado que computadores são mais eficientes e velozes no processamento de dados que embasam a tomada de decisão”.  Exemplo são os sistemas de Business Inteligence que processam dados dos sistemas financeiro, contábil, gestão, marketing… de uma corporação, com capacidade de cruzar estes,  com dados demográficos de determinadas regiões possibilitando projeções ( probabilísticas ) de determinada acurácia para embasar a tomada de decisão de novos investimentos.
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    O grande problema dos CEOs das MEGA CORPORAÇÕES é a entrada desses dados que é ainda feita por humanos e os humanos falham e suas projeções acabam por ser comprometidas. Essa também é uma boa justificativa para automatização de todos os sistemas de comercialização mundial e transformação de dados subjetivos e pessoais em dados quantificáveis = números.
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  4. As decisões de gestão política muitas vezes falham porque o sistema decisório passa pelo filtro subjetivo de interesses pessoais. Portanto, criando um sistema “cybercivilizado”  onde as pessoas tenham suas necessidades básicas atendidas e suas necessidades pessoais interligadas aos sistemas industriais de produção desses bens, qual seria a função do governo? Entendendo-se que essas empresas já houvessem incorporado formas de produção limpa, que levassem em consideração o bem social.
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  5. Qual a dificuladade de implantação dessa ideia? Não ter a informação organizada para que os computadores possam processar. Eis aqui os incentivos massivos em inclusão social, alfabetização digital e etc. “…Quando todas  AS COISAS ( informação) houverem sido classificadas e etiquetadas ( Categorys and TAGs ), os computadores conseguirão oferecer dados fidedignos para tomada de decisão. Também precisarão de sistemas de feedback dos recursos do planeta em real-time. Um sistema “sensorial” para monitorar áreas de interesse do planeta. Para informar sobre  possível escassez e alimentar a base de dados industrial. “Uma forma de monitoramento do equilíbrio dinâmico do planeta com tecnologia MELHORADA”.

    Usam o seguinte exemplo  para justificar a maravilha desse sistema
    :
    .
    “Imagine que você é um mecânico trabalhando em determinado projeto e precisa resolver um problema. Ao consultar o ONE ( Nome dado a esse sistema uno de informações ) obterá a melhor resposta relacionada ao estado de conhecimento, nesse período de tempo, sobre o assunto.”
    .
  6. .“No design de sistema otimizado, não mais do que 5% da população mundial seriam necessária para manter tecnicamente o sistema funcionando. E no sistema baseado em recursos, o conceito tradicional de política, eleições e etc… se tornam irrelevantes, porque nossos problemas são de ordem TÉCNICA e a democracia é uma ilusão. Portanto a forma de participação nessa nova sociedade é através da proposição de ideias, soluções e inovações a serem implementadas.
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    Ex.: Você acessaria ao site, daria sua ideia e o banco de dados analisaria aplicabilidade dessa ideia automaticamente implementando-a ou propondo à equipe técnica para análise e criação. Então, você faria parte da equipe. “Essa é uma eleição verdadeira, baseada no que a pessoa faz, não no que fala. Você não será pago, porque será uma honra servir a humanidade. A recompensa é o contínuo melhoramento da sociedade para todos.”
    .
  7. Sobre comportamento Humano, o projeto prevê:  ” A noção de natureza humana é mitológica e não genética. Proveniente das dualidades primitiva e religiosa. É o ambiente que cria nossos valores e comportamentos. Nossos valores, métodos e ações, são desenvolvidos e derivados de experiências. Os comportamentos sócio-ofensivos estão diretamente relacionados as más condições socioeconômicas.
    .
  8. O ponto principal é:  “A ciência e tecnologia são a divindade em ação. Só dependemos de nós mesmos para mudar a realidade atual para o bem.”

A grande falácia deste projeto é a palavra DECISÃO. Em nenhum momento fica claro quem toma as decisões e qual a ideia de organização social. Todos os grupamentos sociais primitivos, onde as decisões não eram complexas, passavam por processos decisórios. A inteligência artificial definirá o que é melhor para vida do planeta?
Penso ser pouco provável. Sempre haverá uma pessoa, ou um grupo de pessoas que darão a palavra final. Outra questão não clara é qual a origem dos RECURSOS que financiarão esse projeto?

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Caminhamos para o AUTORITARISMO CIBERNÉTICO? Já pensou que sempre há alguém definindo o que é melhor prá você, para a sociedade?

Veja a cidade de Jacques Fresco:


No futuro você irá interagir com máquinas, conscientemente ou não

O vídeo,  datado de 2008,  é o relato apresentado na EG Conference*  de anos de pesquisa da equipe de Tan Le,  sobre Inteligência Artificial,  Controle Mental e Interação Homem-Máquina.

Tan Le é empresária, Ausatraliana, co-fundadora e presidente da Emotiv Systems. Ela demonstra ao vivo um dispositivo de controle da mente que usa pensamentos de uma pessoa para comandar  eventos no computador.

Ao criar um dispositivo que lê nossas ondas elétricas cerebrais e as transforma em comando que gera ações  no computador ou máquina, baseadas nas nossas emoções, abrimos precedente também para a possível falta de privacidade nos nossos pensamentos.

Não em seu conteúdo, mas  nosso estado de ânimo que antecede nossas ações. O dispositivo capta em real-time nossas expressões faciais, nosso estado afetivo e nossos movimentos e o reproduz em 3D no computador.

  • Tan Le em uma frase sintetiza seu invento:

“A  próxima geração de interação homem-computador irá envolver ambas as entradas, consciente e não-consciente em comandos para o diálogo.

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“Máquinas vão interagir com humanos, você tendo consciência ou não.”

As máquinas da próxima geração saberão o que você precisa imediatamente e serão mais eficientes, diz Tan Le.

Aqui você vê uma demonstração do Neurosky Mindset comercial. E o apelo do produto tem uso em vídeo games, para  aprender a se concentrar e etc.

Talvez se interesse também:

—-

* EG é a celebração para os inovadores em mídia, tecnologia, entretenimento e educação. A conferência congrega as empresas mais criativas, envolvendo um conjunto dotado de pessoas realizadoras.


Zope cria e gestiona Blog Jogos de Verão RBS TV – 2011

O  tradicional Evento Desportivo  do Verão Gaúcho realizado pela RBS TV Santa Maria no centro do estado, congrega atletas e veranistas em torno de esporte, atividades de lazer e saúde.

Neste ano RBS inova convergindo suas mídias e relacionamento  para o Blog com canais no Twitter e You Tube.

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  • Papel Zope:

Criação e Gestão de Conteúdo do Blog, Gestão das contas em Redes Sociais ( Twitter, Youtube ).


Relatório – Sistemas Inteligentes – The Economist

Relatório especial sobre Sistemas Inteligentes da The Economist de Novembro, inicia com a seguinte pergunta:

O real e o digital estão a convergir, trazendo mais eficiência e novas oportunidades, mas é o que as pessoas querem?

E se houvesse dois mundos, o real e seu reflexo digital?

O verdadeiro é repleta de sensores, pegando tudo sobre movimentos, odores. O digital, um edifício construído de software, tem todas as informações que automaticamente agem sobre ele. Se uma porta se abre no mundo real, assim que faz seu equivalente virtual. Se a temperatura na sala com a porta aberta cai abaixo de um certo nível, o mundo digital activa automaticamente o calor.

Esta foi a visão que David Gelernter, professor de ciência da computação na Universidade de Yale, apresentada em seu livro “Mirror Worlds” no início de 1990. “Você vai olhar para uma tela de computador e ver a realidade”, previu.

Google Earth e serviços Street View foram os primeiros a fazer réplicas estáticas de todo o mundo; sensores colocados em vacas de permitem o rastreamento de todos os seus movimentos a partir do nascimento ao matadouro; medidores de energia inteligente dizem aos usuários, em tempo real, se estam consumindo muita energia.

Os muitos usos de smartphones

No entanto, é o smartphone e seu “apps” (pequenos aplicativos que rodam download destes dispositivos) que está acelerando a convergência dos mundos físico e digital.

Smartphones são produzidos com sensores, medindo tudo, desde a localização do usuário a luz ambiente. Grande parte dessa informação é então encaminhada de volta para a rede.
Mas e para que endereço da rede vai essa informação e com qual objetivo? Você sabia disso?!

Apps, por sua vez, são versões em miniatura de sistemas inteligentes que permitem aos usuários fazer uma grande variedade de coisas, desde acompanhar seus amigos a controlar os aparelhos em suas casas.

Os smartphones são também onde o virtual e o real se fundem em uma coisa com outro nome fantasia: “realidade aumentada”.

Baixe um aplicativo chamado “Layar” para o seu smartphone, ligue sua câmera de vídeo, ponto em uma rua, eo software irá sobrepor a imagem na tela com todos os tipos de informação digital, tais como os nomes das empresas na rua ou Se uma casa está à venda.

A próxima grande coisa

Previsivelmente, os projetos mais ambiciosos foram produzidos por gigantes da indústria, especialmente a IBM, Sam Palmisano, onde, chefe da empresa, tornaram os sistemas de smart uma prioridade. Um par de anos atrás, a empresa lançou uma campanha chamada “Smarter Planet”, divulgando a tecnologia digital que tornaria a energia, os transportes, as cidades e muitas outras áreas mais inteligente. Outras empresas seguiram o exemplo, cada um com uma visão diferente refletindo seus pontos fortes.

A Cisco, maior fabricante mundial de equipamentos de rede, está anunciando o “Smart + Connected Comunidades”. Hewlett-Packard, um número em hardware, pretende rodar um “sistema nervoso central para a Terra”. E há uma crescente onda de “inteligentes” start-ups, oferecendo desde serviços de identificação a localização de sensores de dados.

Os governos também se organizam para isso

Muitos países têm passado grandes pedaços de seus pacotes de estímulo em projetos de infra-estruturas inteligentes, e alguns tornaram os sistemas de smart uma prioridade da política industrial. A “internet das coisas”, outro nome para esses sistemas, é fundamental para a “Agenda Digital” de União Europeia . Os principais concorrentes neste mercado são os países que são fortes em fabricação, acima de tudo, Alemanha e China.

Mas esse movimento não apenas benefícia empresas de tecnologia e políticos ambiciosos. Ganhou impulso, porque existe uma necessidade real para tais sistemas. Em muitos países, a infra-estrutura física está a envelhecer, os custos de saúde estão explodindo e o dinheiro está apertado. Usando recursos de forma mais inteligente, pode-se alongar o dinheiro dos contribuintes. Monitoramento de pacientes à distância pode ser muito mais barato e mais seguro do que mantê-los no hospital.

O mais importante, sistemas inteligentes podem muito bem ser a melhor esperança da humanidade para lidar com as suas prementes problemas ambientais, nomeadamente o aquecimento global.
Hoje as redes de energia, sistemas de transporte e sistemas de distribuição de água são, essencialmente, redes burras. Se a rede elétrica somente nos Estados Unidos fosse apenas 5% mais eficiente, quanto se pouparia de emissões de efeito estufa? Algo equivalente a 53 milhões de carros, calcula IBM. Em 2007, suas estradas congestionadas custou ao país 4,2 bilhões horas de trabalho e 10,6 bilhões de litros de gasolina desperdiçados, de acordo com o Texas Transportation Institute. E serviços públicos em todo o mundo perdem entre 25% e 50% de água tratada em vazamentos, de acordo com a Lux Research, uma firma de pesquisa de mercado.

Com tanta coisa para ganhar, o que há para perder?

Privacidade e o risco de abuso por governos corruptos, não democráticos e autoritários. De fato, em comparação com alguns sistemas inteligentes, o dispositivo de monitoramento onipresente teletela no romance de George Orwell “1984″ parece um brinquedo. O herói do livro, Winston Smith, logo teria muito mais dificuldade em encontrar um canto em seu quarto para se esconder de Big Brother.

Por outro lado, críticos temem que os sistemas inteligentes poderão ir pra cima de seus criadores, na forma como o fizeram em “The Matrix”, um filme de 1999, em que os seres humanos estão ligados a máquinas que simulam a realidade para controlar os humanos e se mantém pelo calor e atividade elétrica de seus corpos . Felizmente, esse cenário é provável que se mantenha na ficção científica. Mas os sistemas inteligentes podem ser vulneráveis ao mau funcionamento ou ataques de hackers.

Em terceiro lugar, algumas pessoas temem que aqueles com acesso a sistemas inteligentes serão melhor informados dos sem acesso, dando-lhes uma vantagem injusta. Sr. Gelernter destaca este risco em “Mirror Worlds”.

Existem muitas outras preocupações, e se não forem tratadas poderiam provocar uma reação neo-luditas. O mundo já viu um exemplo extremo: um americano que atacou um desafeto, entre cientistas da computação com bombas e e-mail. Dois anos após a publicação do “Mirror Worlds”, ele enviou uma ao senhor Gelernter, que ficou gravemente ferido, embora, felizmente, sobreviveu. Assim finaliza o relatório da The Economist.

Pense…

Aguça a curiosidade perceber que em todos os textos que tratam de tecnologia, não há citação das consequências ( malefícios ) para a saúde humana e animal do bombardeio de ondas eletromagnéticas que todos recebemos.

Ambientalistas internacionais afirmam que várias baleias estão morrendo, por ficarem desorientadas das suas rotas naturais, devido a interferência das ondas eletromagnéticas, e acabam por morrer de cansaço e fome.

Adianta resolver um problema, criando outro?

Melhor: será que ainda não aprendemos a ver os problemas em sua totalidade, continuaremos a destruir em nome de melhor gestionar nossos recursos? Quer sejam humanos,sociais, naturais, econômicos? Que evolução é essa?

Também, se torna evidente que a pergunta inicial deste artigo, não é respondida. Será que é dada a chance das pessoas decidirem sobre seu futuro? Quem está decidindo os rumos do mundo?

Fonte: www.economist.com

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