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Futurismo – Venus Project – Economia Global Baseada em Recursos

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Qual a marca da nossa ERA?  A TAG.

Vivemos um processo de transição completamente inconsciente de UM NOVO SISTEMA civilizatório cibernético que está sendo desenhado para tornar ” nossa vida mais eficiente ” — essa é a justificativa de Jacques Fresco. E curiosamente seu protótipo de “computador” leva o mesmo nome da inteligência artificial que está sendo construída pelo Google, segundo Kevin KellyONE.

Seguem algumas idéias que motivam e justificam a criação do ONE ( The Venus Project ) apresentado no vídeo abaixo:

  1. Matriz Econômica do Consumo atual é insustentável. Nosso sistema econômico baseado na dívida, júros e lucro se tornou a base da formatação social. Quer dizer o seguinte: Precisamos que as pessoas tenham desejo de consumir o que as empresas produzem, assim trabalharão para suprir seus desejos, gerando lucro para alguns.
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  2. Nossa educação formata profissionais para suprir a demanda das empresas, aniquilando o potencial criativo. Com o lucro, os  ”empresários”, criam novas necessidades, novas empresas, novos produtos e óbvio mais postos de trabalho.
  3. Precisarão de pessoas treinadas em habilidades específicas para preencher essas novas vagas de trabalho. Aí entra a função da educação tecnicista atual, na formatação de comportamentos e habilidades para as empresas.
    Computadores são mais eficientes para processar dados. “Está provado que computadores são mais eficientes e velozes no processamento de dados que embasam a tomada de decisão”.  Exemplo são os sistemas de Business Inteligence que processam dados dos sistemas financeiro, contábil, gestão, marketing… de uma corporação, com capacidade de cruzar estes,  com dados demográficos de determinadas regiões possibilitando projeções ( probabilísticas ) de determinada acurácia para embasar a tomada de decisão de novos investimentos.
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    O grande problema dos CEOs das MEGA CORPORAÇÕES é a entrada desses dados que é ainda feita por humanos e os humanos falham e suas projeções acabam por ser comprometidas. Essa também é uma boa justificativa para automatização de todos os sistemas de comercialização mundial e transformação de dados subjetivos e pessoais em dados quantificáveis = números.
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  4. As decisões de gestão política muitas vezes falham porque o sistema decisório passa pelo filtro subjetivo de interesses pessoais. Portanto, criando um sistema “cybercivilizado”  onde as pessoas tenham suas necessidades básicas atendidas e suas necessidades pessoais interligadas aos sistemas industriais de produção desses bens, qual seria a função do governo? Entendendo-se que essas empresas já houvessem incorporado formas de produção limpa, que levassem em consideração o bem social.
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  5. Qual a dificuladade de implantação dessa ideia? Não ter a informação organizada para que os computadores possam processar. Eis aqui os incentivos massivos em inclusão social, alfabetização digital e etc. “…Quando todas  AS COISAS ( informação) houverem sido classificadas e etiquetadas ( Categorys and TAGs ), os computadores conseguirão oferecer dados fidedignos para tomada de decisão. Também precisarão de sistemas de feedback dos recursos do planeta em real-time. Um sistema “sensorial” para monitorar áreas de interesse do planeta. Para informar sobre  possível escassez e alimentar a base de dados industrial. “Uma forma de monitoramento do equilíbrio dinâmico do planeta com tecnologia MELHORADA”.

    Usam o seguinte exemplo  para justificar a maravilha desse sistema
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    “Imagine que você é um mecânico trabalhando em determinado projeto e precisa resolver um problema. Ao consultar o ONE ( Nome dado a esse sistema uno de informações ) obterá a melhor resposta relacionada ao estado de conhecimento, nesse período de tempo, sobre o assunto.”
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  6. .“No design de sistema otimizado, não mais do que 5% da população mundial seriam necessária para manter tecnicamente o sistema funcionando. E no sistema baseado em recursos, o conceito tradicional de política, eleições e etc… se tornam irrelevantes, porque nossos problemas são de ordem TÉCNICA e a democracia é uma ilusão. Portanto a forma de participação nessa nova sociedade é através da proposição de ideias, soluções e inovações a serem implementadas.
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    Ex.: Você acessaria ao site, daria sua ideia e o banco de dados analisaria aplicabilidade dessa ideia automaticamente implementando-a ou propondo à equipe técnica para análise e criação. Então, você faria parte da equipe. “Essa é uma eleição verdadeira, baseada no que a pessoa faz, não no que fala. Você não será pago, porque será uma honra servir a humanidade. A recompensa é o contínuo melhoramento da sociedade para todos.”
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  7. Sobre comportamento Humano, o projeto prevê:  ” A noção de natureza humana é mitológica e não genética. Proveniente das dualidades primitiva e religiosa. É o ambiente que cria nossos valores e comportamentos. Nossos valores, métodos e ações, são desenvolvidos e derivados de experiências. Os comportamentos sócio-ofensivos estão diretamente relacionados as más condições socioeconômicas.
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  8. O ponto principal é:  “A ciência e tecnologia são a divindade em ação. Só dependemos de nós mesmos para mudar a realidade atual para o bem.”

A grande falácia deste projeto é a palavra DECISÃO. Em nenhum momento fica claro quem toma as decisões e qual a ideia de organização social. Todos os grupamentos sociais primitivos, onde as decisões não eram complexas, passavam por processos decisórios. A inteligência artificial definirá o que é melhor para vida do planeta?
Penso ser pouco provável. Sempre haverá uma pessoa, ou um grupo de pessoas que darão a palavra final. Outra questão não clara é qual a origem dos RECURSOS que financiarão esse projeto?

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Caminhamos para o AUTORITARISMO CIBERNÉTICO? Já pensou que sempre há alguém definindo o que é melhor prá você, para a sociedade?

Veja a cidade de Jacques Fresco:


No futuro você irá interagir com máquinas, conscientemente ou não

O vídeo,  datado de 2008,  é o relato apresentado na EG Conference*  de anos de pesquisa da equipe de Tan Le,  sobre Inteligência Artificial,  Controle Mental e Interação Homem-Máquina.

Tan Le é empresária, Ausatraliana, co-fundadora e presidente da Emotiv Systems. Ela demonstra ao vivo um dispositivo de controle da mente que usa pensamentos de uma pessoa para comandar  eventos no computador.

Ao criar um dispositivo que lê nossas ondas elétricas cerebrais e as transforma em comando que gera ações  no computador ou máquina, baseadas nas nossas emoções, abrimos precedente também para a possível falta de privacidade nos nossos pensamentos.

Não em seu conteúdo, mas  nosso estado de ânimo que antecede nossas ações. O dispositivo capta em real-time nossas expressões faciais, nosso estado afetivo e nossos movimentos e o reproduz em 3D no computador.

  • Tan Le em uma frase sintetiza seu invento:

“A  próxima geração de interação homem-computador irá envolver ambas as entradas, consciente e não-consciente em comandos para o diálogo.

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“Máquinas vão interagir com humanos, você tendo consciência ou não.”

As máquinas da próxima geração saberão o que você precisa imediatamente e serão mais eficientes, diz Tan Le.

Aqui você vê uma demonstração do Neurosky Mindset comercial. E o apelo do produto tem uso em vídeo games, para  aprender a se concentrar e etc.

Talvez se interesse também:

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* EG é a celebração para os inovadores em mídia, tecnologia, entretenimento e educação. A conferência congrega as empresas mais criativas, envolvendo um conjunto dotado de pessoas realizadoras.


Brasil é 42º em ranking de economia digital

O estudo reflete a capacidade das nações de maximizar a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TIC) em benefício dos consumidores, empresas e governos.

A Suécia lidera o levantamento (8,49 pontos), seguido por Dinamarca (nação que ostentava a primeira posição no ano passado), Estados Unidos, Finlândia e Holanda, fechando os cinco primeiros.

Realizado anualmente pela unidade de inteligência da revista The Economist, em parceria com a IBM, o ranking avaliou 70 países.

Imagem reflete o predomínio do twitter por nacionalidades:

Nações em desenvolvimento, como Estônia (25º), Chile (30º) e México (41º) estão à frente do Brasil, que supera China (56º), Índia (58º) e Rússia (59º).

O Azerbaijão ocupa a última colocação no estudo, com apenas 3 pontos.

A relação completa pode ser conferida no site da Economist Intelligence Unit.

Fonte: InfoExame

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