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Novo Mundo, Reestruturação Social e Inteligência Artificial

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Kevin Kelly, um dos fundadores da revista Wired, em sua palestra para o TED em Los Angeles, 2007, apresenta os objetivos das grandes mentes da tecnologia para a próxima década.

Por Cristina Cavasotto:

Evidencia-se em Kelly, durante a palestra, o entusiasmo de todo o propagador de idéias, os Evangelistas de Tendências e Marcas.

Os pontos marcantes de sua fala, quando se refere a um novo modelo estrutural de mundo e como as relações sociais estão sendo projetadas para o futuro próximo, foram as seguintes:

  • REVERSÃO DE MACLUHAN

“Caminhamos para ao que chamo de Reversão de MacLuhan ”

MacLuhan disse:

” Máquinas são extensões dos sentidos humanos” e no novo mundo, diz Kelly, ” Humanos serão a extensão dos sentidos das máquinas ”

  • REESTRUTURAÇÃO SOCIAL:

O que a web está fazendo é reestruturando. Em outras palavras, classificando tudo por categorias e assuntos via TAG . E modificando a maneira como nos relacionamos com as pessoas e as coisas.

- LINKANDO COMPUTADORES
- LINKANDO PÁGINAS
- CONECTANDO LINKS
- LINKANDO BANCO DE DADOS ( E agora, a diferença é que conseguimos conectar idéias de páginas e assim de assuntos até chegar a idéias de idéias ).
- LINKANDO COISAS ( Estamos criando uma internet das coisas, diz Kelly).

  • SOBRE UMA PESSOA EM PARTICULAR:

“Cada um terá uma ideia sobre a identidade única de uma pessoa. Pois toda a pessoa ou objeto terá algo que será muito específico e conectará a uma representação específica daquela ideia ou objeto”.

  • NÓS SEREMOS DEPENDENTES:

“Para a total personalização, o Novo Mundo precisará de total transparência. Para haver ganhos, precisamos compartilhar”.

O QUE O GOOGLE REALMENTE QUER , É CRIAR UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ( Larry Page)

Portanto, esse Novo Mundo deverá ser:

+ SMARTER ( mais inteligente )

+ PERSONALIZADO

+ UBÍQUO

Kelly nos faz crer que devemos pensar nessa nova máquina ( como chama ), não como a web que conhecemos, mas como um sistema completo. Um organismo mais confiável que suas partes.

Pense, se suas partes não são confiáveis, como o sistema será? O sistema terá a capacidade de análisar e tecer conclusões? Se sim, Kelly que por vezes cita e deixa o assunto da construção de certa “consciência” ( que talvez seja artificial ) de lado, acaba por apontar o próximo estágio desse sistema que nós todos estamos inconscientemente ajudando a construir.


  • FINALIZA DIZENDO O SEGUINTE:

Há apenas uma máquina ( que denomina: UM ) e a Web é o sistema operacional. Todas as telas olharão para dentro desse ” UM “. Nenhum bit viverá fora da web. Devemos compartilhar para ganhar.”

O ” UM ” somos nós e nós estamos no ” UM “.

Veja, nessa última afirmação acaba por deixar claro a dependência dos humanos e a independência do ” UM “.  O que acontece com aqueles que não estão no ” UM “? Com os que não tem acesso ou não estão familiarizados com o mundo digital?

Esse ” Um ” está sendo projetado para estar a serviço de quem? Quem o está construíndo, para que fim? A iniciativa privada determinará como devemos nos relacionar no futuro?

Por fim,  podemos concluir que o ” Um ” vai além de ser uma ferramenta de informação e comunicação. O ” UM ” pretende padronizar as estruturas e formas de conhecimento, educação, relacionamento, comunicação…. uma reestruturação das formas micro e macro econômicas da vida.
“Cada um terá uma ideia sobre a identidade única de uma pessoa. Pois toda a pessoa ou objeto terá algo que será muito específico e conectará a uma representação específica daquela ideia ou objeto”.

Portanto, o ” Um ” talvez esteja sendo modelado para ser “onipresente e onisciente” e talvez saberá mais de nós, que nós mesmos.  Pense nisso…

______

Kevin Kelly foi editor executivo da Wired Magazine e é o “Editor-At-Large” para aquela revista. É o autor do livro “Novas Regras para uma Nova Economia” e um dos mais influentes propagadores da idéia de uma sociedade conectada em rede. Clique  aqui para obter grátis “Out of Control”, o primeiro livro de Kevin Kelly, publicado em 1994.


Redes Sociais e o Impacto na Economia – Socialnomics

Com as redes sociais, o jogo da economia está mudando e a primeira e mais importante regra desse novo jogo é a dimensão social.

Não é mais novidade que a crescente penetração das redes sociais online no Brasil e no mundo, associada a sua forma de interação não-hierárquica e colapsando tempo e espaço, tem impactado o comportamento humano.

O modo como nos relacionamos uns com os outros e com instituições e empresas têm mudado sensivelmente e talvez vá transformar praticamente todos os aspectos de nossas vidas. Dos primórdios das redes sociais online até os dias de hoje, temos presenciado mudanças e números impressionantes.

O vídeo foi produzido pelo autor do livro “Socialnomics”, Erik Qualmann, que inspirado na frase “It’s the economy, stupid”, de James Caville em 1992, criou a citação: “It’s a people driven economy, stupid.” – Erik Qualman, 2009.

Exatamente. Economia conduzida por pessoas. De alguma forma, a economia sempre foi conduzida por pessoas, mas não na escala e no grau de distribuição que têm acontecido no cenário digital que se delineia.

Socialnomics é o termo com o qual Qualman descreve a economia na era das redes sociais digitais, onde os consumidores e as sociedades que eles criam online têm uma influência profunda na economia e nos negócios que nela operam.

Exemplos interessantes que comprovam as transformações sociais e econômicas causadas pelas redes sociais digitais são apresentados no post “US Now: documentário sobre o poder social”:

a) US Now – um vídeo documentário que conta histórias de redes online que estão desafiando a noção de hierarquia existente.

b) Ebbsfleet United – um clube de futebol gerido por seus fãs via internet;

c) Zopa - um banco no qual todos os membros são o gerente e ajudam em financiamentos e empréstimos com pequenas contribuições;

d) Couch Surfing - uma vasta rede online cujos membros compartilham suas casas com desconhecidos.

Com as redes sociais digitais, o jogo da economia está mudando e a primeira e mais importante regra desse novo jogo é a sua dimensão social. Para entender essa regra, é necessário compreender o significado da palavra “social”. Social significa interação de pessoas com pessoas e não empresa-pessoa ou pessoa-empresa. Social significa relacionamento, conquista, engajamento. Social significa ética, respeito e transparência. Social significa “fazer parte de algo”, distribuir o controle. Compreender isso é o primeiro passo para se entender as dinâmicas das redes sociais online e os fatores que têm alavancado a socialnomics.

Fonte: cidademarketing.com.br


O novo consumidor – Prosumer

O Poder está na mão do consumidor

A internet é uma rede de pessoas para pessoas, mediada por cumputadores.  O papel revolucionário da geração 2.0, 3.0 é devolver o poder democrático, o poder de criar, divulgar ideias e opiniões às pessoas.

O poder da internet deixou de ser apenas um meio, está nas suas mãos. É justamente isso que o consumidor está fazendo nas mídias sociais. O Prosumer, fala, provoca empresas e marcas, exige agilidade e respostas.

Um dos exemplos atuais de mobilização social em grande escala foi a petição on line para aprovação da Lei Ficha Limpa foi votada por 2,108,357 via on line. E agora a ONG quer atingir 2.200.000 brasileiros.

Está interessado em saber o que sua empresa faz pelo meio ambiente, se seus processos são sócio-responsáveis, se suas relações são éticas, se seu SAC funciona e etc.

O mundo mudou e boa parte dessa mudança foi alavancada pela  disseminação da informação. O novo consumidor é ágil, vive sob a matriz do imediatismo.

Sua empresa está preparada para o mundo.com?

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