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Infográfico – Os 300 maiores sites da Web

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O site Nmap.org gerou um infográfico com a relevância via apontamento de url dos maiores sites da web.

A digitalização em grande escala do topo milhões de sites web (por dados de tráfego Alexa) foi realizada no início de 2010 usando o Nmap Security Scanner e seu mecanismo de script. ( Clique para ampliar )

http://nmap.org/favicon/alexa-1.2-small.jpg

Foram recuperados os ícones de cada site, em primeiro lugar analisar o HTML de uma tag link e depois cair de volta para / favicon.ico se que falhou. Dos 328.427 únicos ícones coletados, 288.945 eram imagens adequadas. Os 39.482 restantes foram seqüências de erro e outros arquivos de imagem de terceiros.

No gráfico, o tamanho do ícone do site corresponde ao seu alcance na web. Como o esperado, o Google lidera, seguido do Facebook e do Yahoo!. Segundo o infográfico, o Google tem um alcance de 91,79% na web, enquanto Facebook e Yahoo! atingem 29,17% e 23,45% dos usuários. YouTube, MSN, Wikipedia, WordPress e Gravatar são outros que aparecem no topo da tabela.

O ícone do Google ocupa uma área de 11 936 x 11 936 pixels. Já o menor deles tem apenas 16 x 16 pixels e pertence a um site com apenas 0,00001% de alcance na web. A área total da imagem é de 37 440 x 37 440 pixels.

Veja de forma interativa!


Mundo.com e Economia 1:1

Novo paradigma econômico – sistema econômico 1:1

(Paper by Cristina Cavasotto, versão completa aqui!)

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Da mesma forma que Alvin Toffler (1990) descreve em detalhes na sua obra Mudança do Poder, o fim das transações por papel moeda e toda a movimentação financeira efetivada por sinal eletrônico de dados, não necessitando de movimentação física de dinheiro, era um tanto difícil imaginar como seria uma sociedade assim. Quem imaginaria passar a ser um ponto eletrônico na teia de dados?

Hoje o conceito da economia 1:1, da mesma forma, se torna revolucionário. Difícil crer que se encaminha para uma sociedade “sem estoques“. Uma sociedade que só produza bens à medida que for necessário. Produção e entrega para cada pessoa individualmente, em acordo às suas necessidades.

Qual será o papel do marketing?

O futuro do 1:1 será caracterizado por produção personalizada, mídia de endereçamento pessoal e marketing 1:1 — aqui se aplicam os produtos Google Maps, Earth que estão sendo testados e adaptados para novos modelos de negócio do porvir.

Todo e qualquer mapeamento georeferenciado e aplicativos que permitam troca de informação via GPS , ofertando diretamente serviços e produtos, mudará radicalmente as tradicionais regras de concorrência. As empresas não mais se ocuparão em ganhar fatias do mercado e sim a fatia do cliente. (REEDY, SCHULLO, ZIMMERMMAN, p.41,2001, apud Peppers e Rogers, 1993,5)

O futuro dos negócios 1:1, enfocará menos os lucros de curto prazo derivados de volumes de transações trimestrais ou anuais e mais o lucro que pode ser realizado pela retenção de clientes a longo prazo e de valores vitalícios. (REEDY, SCHULLO, ZIMMERMMAN, p.41, 2001, apud Peppers e Rogers, 1993,5).

Percebe-se uma drástica mudança onde futuramente, via celular, ao consultar um site de busca, poder-se-á efetivar a encomenda de uma pizza ou quem sabe um livro de fornecedores próximos de onde se esteja no momento. Pode-se estar em Santa Maria ou em trânsito por Porto Alegre, Montevidéu, Portugal. Basta um celular, um número de cartão de crédito e acesso a internet. (Também talvez, mais útil as Corporações, poderá se utilizar o implante de RFID).

Nota-se que o setor de pequenos varejistas poderá sofrer impacto contundente senão estiver integrado a empresas de sistemas de logística para operacionalizar a entrega dos produtos. Se produtores não firmarem parcerias com empresas de logística, e não organizarem sistemas de e-commerce e marketing integrado, o varejo local talvez encolha brutalmente. Vide exemplo da DELL computadores que mesmo sem ter loja física, compete com varejistas locais, comercializando computadores pessoais em todo o Brasil, apenas com venda direta pela internet. O cliente escolhe, compra e recebe o produto sem sair de casa. Um exemplo clássico do 1:1.

Neste sentido, é de suma importância que o empresariado regional se arranje em grupos setoriais econômicos, mantenha-se informado e direcione esforços para não ser engolido pelas macro-tendências que demonstram sinais de estarem a se configurar.

Las Casas se atreve a descrever os novos rumos do marketing dizendo:

“(…) o marketing de fidelidade tem importante papel no desenvolvimento dos negócios. O relacionamento com os clientes passa ser o principal elemento tático do comportamento. Os serviços serão fundamentais para a diferenciação das ofertas dos produtos. O marketing digital alcançará um desenvolvimento acelerado, obrigando muitas empresas a entrar nessa forma de comercialização. Os consumidores passam a valorizar as empresas que se preocupam com o pós venda.” (LAS CASAS, 2006. p.55)

Outro autor, considerado um dos Gurus da era digital é o professor de Tecnologia de Mídia do MIT, que em 1995 descreveu como seria a vida digital na era da pós-informação. Transcreve-se abaixo um trecho do seu livro dedicado àqueles que ainda pensam que seu negócio não será impactado pelos avanços tecnológicos:

“Uma teoria amplamente difundida afirma que a individualização é a extrapolação do narrowcasting – parte-se de um grupo grande para um grupo pequeno; depois, para um grupo menor ainda; por fim, chega-se ao indivíduo. Quando você tiver meu endereço, meu estado civil, minha idade, minha renda, a marca do meu carro, a lista das compras que faço, o que costumo beber e quanto pago de imposto, você terá a mim: uma unidade demográfica composta de uma só pessoa.” (Negroponte, 1995, p. 158).

Da mesma forma como o hipertexto (linguagem da internet) removeu as barreiras das páginas impressas, a era da pós-informação removerá as barreiras geográficas. (Negroponte, 1995, p. 159).

Finalizando, tendo em vista as pesquisas consultadas, as tendências são de crescimento e forte migração dos negócios e investimentos em internet e webmarketing. Parece um retrocesso não fazer esforços em se compreender esse novo mercado e tratar de adequar à empresa a essa nova realidade.

Tão logo o uso de smartphones esteja disseminado e o acesso largamente facilitado, você perceberá o impacto dos novos concorrentes.

O concorrente não está mais ao seu lado. As lojas e varejistas virtuais são seus novos concorrentes!

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